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Perguntas frequentes

Preço, prazo, SEO e AEO — respondido direto.

22 perguntas que chegam de verdade — preço, prazo, e como um site aparece no Google e nas respostas de IA. Cada resposta abre pelo essencial: se você só ler o primeiro parágrafo, já resolveu.

Sites

Quanto custa fazer um site profissional para empresa pequena?

Uma landing page custa R$ 697: uma página, um objetivo, formulário caindo no WhatsApp. O site de apresentação custa R$ 1.197 e não tem limite de páginas — serve para portfólio, catálogo ou institucional. O site que também atende, com carrinho que monta o pedido no WhatsApp e agendamento de horário, custa R$ 1.997. Nos três o domínio .com.br do primeiro ano está incluso. Site somado ao sistema de gestão, e loja online com pagamento na própria página, saem por orçamento.

O que separa os três não é qualidade, é função. A landing page resolve quem precisa existir bem no Google e receber contato: uma história, uma prova, um formulário. O site de apresentação faz sentido quando há serviços distintos para explicar e conteúdo para publicar, porque cada página nova é uma porta de entrada diferente na busca. O terceiro entra quando o site precisa fazer parte da operação, e não só falar dela. Os três saem com SEO, AEO e GEO nativos, dados estruturados e o Search Console configurado — não como pacote extra, porque site que ninguém acha não é site, é folder. Para comparar: o mercado brasileiro em 2026 cobra de R$ 1.200 a R$ 4.000 por landing page profissional e de R$ 2.500 a R$ 4.500 por institucional simples.

Quanto tempo leva para um site ficar pronto?

Uma landing page fica pronta em 10 dias, o site de apresentação em 20 e o site que atende em 30, contados do dia em que o conteúdo está na mão. Projeto que inclui o sistema de gestão, ou loja online com pagamento, tem prazo combinado na conversa: depende de quantos módulos entram, de quanta coisa precisa migrar do papel e, na loja, do meio de pagamento e do frete.

O prazo conta do conteúdo, não do contrato, e essa distinção é o que mais atrasa projeto de site: texto, foto e logo travam mais cronograma do que código. Se você já tem esse material, o relógio começa na assinatura. Se não tem, a primeira semana vira levantamento — e nesse caso eu digo antes, não no meio.

Site feito no Wix aparece no Google?

Sim, site feito no Wix é indexado pelo Google normalmente — a plataforma entrega HTML no servidor. O problema costuma ser outro: template pronto repete a mesma estrutura de títulos em milhares de sites, e o texto genérico que vem de exemplo não responde nenhuma pergunta real de quem busca.

Na prática, o que decide posição não é a ferramenta e sim três coisas: se o conteúdo responde uma pergunta que alguém digita, se a hierarquia de títulos descreve o assunto em vez da interface, e se a página carrega rápido. Um Wix bem escrito ganha de um site sob medida mal escrito. O ganho de sair do template aparece quando você precisa de estrutura própria, velocidade no limite e controle do HTML — que é exatamente o que a busca por IA passou a exigir.

Vale a pena ter site próprio ou só o Instagram basta?

Instagram e site resolvem problemas diferentes. O Instagram alcança quem já te segue ou recebeu indicação; o site atende quem está procurando o serviço agora e não te conhece. Perfil no Instagram também não aparece em resposta de IA, porque exige login para ler o conteúdo.

A diferença fica clara no tipo de visita. No Instagram você depende do algoritmo mostrar seu post; no Google e no ChatGPT a pessoa chega buscando exatamente o que você faz, com intenção de contratar. O site também é o único endereço que é seu: mudança de regra de plataforma não derruba, e conteúdo escrito hoje continua trazendo visita em dois anos. O caminho normal é manter os dois, com o Instagram levando para o site e o site respondendo com profundidade.

Preciso pagar mensalidade para manter um site no ar?

Depende do que a manutenção precisa cobrir, e por isso não tem tabela fechada. Alteração de conteúdo, acompanhamento de posição no Google e suporte contínuo entram nesse combinado, e o preço é acessível — mas sai da conversa, não de uma tabela. A partir do segundo ano há também a renovação do domínio.

A lógica é simples: quem publica e não mexe mais não precisa pagar mês nenhum além do domínio. Quem quer conteúdo novo com frequência, quer acompanhar quais palavras estão subindo e quer alguém para chamar quando algo quebra, aí sim faz sentido um combinado mensal — e o tamanho dele depende de quanto disso você quer. Me chama no WhatsApp com o seu caso que eu digo o valor na hora, sem enrolação.

Como funciona o pagamento de um projeto de site?

Aceito Pix, dinheiro, cartão de crédito e cartão de débito. No Pix dá para parcelar, com contrato assinado registrando as parcelas. No cartão o parcelamento sai pela maquininha, com a taxa dela somada ao valor. Não há diferença de escopo entre as formas: o que muda é só como você paga.

O parcelamento no Pix é o mais barato para você, porque não passa por maquininha e não tem taxa — em troca existe contrato, que protege os dois lados e deixa as datas escritas. No cartão a conveniência custa a taxa da operadora, que aparece somada e não escondida no preço. À vista há desconto: R$ 597 na landing page, R$ 1.047 no site de apresentação e R$ 1.797 no site que atende.

Meu site antigo pode ser reformulado ou tem que refazer do zero?

Depende do que existe hoje. Se o site atual tem base aproveitável — conteúdo bom, estrutura sã, plataforma que dá para mexer — eu arrumo em cima do que está lá. Se não der, refaço do zero, que às vezes sai mais barato que consertar. Olho o seu antes de dizer qual dos dois.

A avaliação é de graça e leva pouco tempo: eu abro o site, rodo a auditoria de estrutura e de conteúdo, e vejo se o problema é de superfície ou de fundação. Site com texto bom e estrutura ruim costuma valer reforma. Site em plataforma travada, sem acesso ao HTML ou com conteúdo que não responde nada, quase sempre sai mais barato refeito. Preço sai depois dessa olhada, porque antes dela qualquer número seria chute.

Quem faz site em Campo Belo e região?

A NULLØ faz, com atendimento remoto em toda a região. O trabalho é conduzido por uma pessoa só, do briefing à publicação, então não há repasse para terceiro nem projeto que troca de mão no meio do caminho. O primeiro retorno sai em até 24 horas depois do briefing.

Atendimento remoto não é limitação aqui: o briefing vai por formulário ou WhatsApp, e enquanto o site é construído você acompanha por um link, antes de qualquer coisa ir ao ar. Campo Belo é a base, e cidades vizinhas como Santo Antônio do Amparo, Cana Verde, Perdões e Candeias entram no mesmo atendimento. O que decide o resultado é o conteúdo do seu negócio, não a distância até ele.

Quanto tempo leva para um site aparecer no Google?

Um site novo costuma ser indexado em alguns dias depois de publicado, e aparecer bem nas buscas leva de 3 a 6 meses. Publicar o sitemap e pedir a indexação no Search Console acelera a descoberta, mas quem decide a posição é o conteúdo, não a pressa.

Indexar e ranquear são coisas diferentes, e confundir as duas gera muita frustração no primeiro mês. Indexar é o Google saber que a página existe, e acontece rápido quando o sitemap está no ar. Ranquear é disputar espaço com quem já está lá há anos, e depende de responder algo que ninguém respondeu tão bem. Busca específica, como serviço somado à cidade, sobe muito mais rápido que termo genérico. E reenviar a mesma URL várias vezes no Search Console não acelera nada — o próprio painel avisa isso.

O site precisa funcionar bem no celular?

Precisa. O Google indexa pela versão móvel desde 2019, então é a página no celular que define a posição, não a do computador. Na prática também é do celular que vem a maior parte das visitas de negócio local, e site que só se comporta no desktop perde antes de mostrar qualquer coisa.

Funcionar bem no celular não é encolher o layout. É texto legível sem zoom, botão que o dedo acerta na primeira, formulário que não obriga a digitar em campo minúsculo e imagem que não custa três segundos de carregamento no 4G. O teste mais honesto é abrir o próprio site no seu telefone, no meio da rua, com a conexão que você tem de verdade — e cronometrar até o texto aparecer.

Aparecer no Google e na IA

O que é preciso para um site aparecer nas respostas do ChatGPT?

Três condições, na ordem. O conteúdo tem que estar no HTML que o servidor responde, porque robô de IA não executa JavaScript de forma confiável. O robots.txt não pode bloquear OAI-SearchBot nem PerplexityBot. E cada seção precisa responder uma pergunta nas primeiras 40 a 60 palavras.

A terceira é a que quase ninguém faz e a que mais pesa. O modelo não mostra sua página: ele extrai um trecho, resume e credita a fonte. Quem compete não é o site, é o parágrafo. Texto excelente que só faz sentido lido do começo ao fim é invisível nessa disputa. Um teste simples separa os dois casos: recorte uma seção, leia isolada, e veja se um estranho entenderia sem o resto da página. Se precisar do contexto em volta, nenhum modelo vai citar.

Qual a diferença entre SEO, AEO e GEO?

SEO é aparecer na lista de resultados do Google, disputando uma posição. AEO é ser citado dentro da resposta que um assistente escreve, disputando uma menção. GEO é o mesmo que AEO, com outro nome — em 2026 o mercado usa os dois de forma intercambiável. As três otimizações se sobrepõem, mas o formato do conteúdo muda.

A consequência prática é que a unidade que compete deixa de ser a página e passa a ser o trecho. No SEO você quer que a pessoa clique; no AEO você quer que o modelo consiga recortar sua resposta e dar seu nome. Isso muda como o texto é escrito: pergunta literal no título, resposta objetiva de 40 a 60 palavras logo abaixo, número específico em vez de adjetivo, e cada seção fechada em si. Um detalhe importante de 2026: o Google descontinuou o rich result de FAQ em 7 de maio, então a marcação FAQPage deixou de render estrela no resultado — continua valendo porque é ela que entrega o par pergunta e resposta pronto para o modelo, não pelo enfeite na busca.

O llms.txt serve para alguma coisa?

Pouca coisa, e vale saber antes de pagar por isso. O Google declarou que não usa o arquivo, e nos registros de servidor os robôs em geral nem o requisitam. Fazemos porque custa cerca de uma hora e não tem downside, nunca como substituto de estrutura e conteúdo.

Anthropic e Perplexity aparecem em levantamentos de mercado como as que respeitam o arquivo em fluxo de busca, sem confirmação formal robusta. Existe também uma objeção conceitual justa: um modelo que já tem o conteúdo real não tem por que confiar num arquivo separado que descreve esse conteúdo. Se alguém vender llms.txt como alavanca de crescimento, desconfie — o que move o ponteiro é o formato do texto nas páginas.

Por que meu site não aparece no Google?

As 3 causas mais comuns são estas: a página nunca foi indexada, o conteúdo não responde nada que alguém busque, ou o texto só existe depois do JavaScript rodar. A primeira você checa em minutos — busque site:seudominio.com.br no Google e veja quantas páginas aparecem.

Se a busca por site: não devolve nada, o problema é de indexação: falta sitemap, o robots.txt está bloqueando ou a página nunca foi submetida no Search Console. Se devolve as páginas e mesmo assim ninguém chega, o problema é de conteúdo — o site fala de você e não da pergunta que a pessoa digitou. E se o código-fonte da página vem vazio, o conteúdo depende de JavaScript para existir, e aí nem o Google garante ler direito nem os robôs de IA leem de forma nenhuma.

Devo bloquear os robôs de IA no meu site?

Depende de qual robô. Bloquear os de treino, como GPTBot e Google-Extended, impede o modelo de aprender sua marca. Bloquear os de busca, como OAI-SearchBot e PerplexityBot, faz você sumir das respostas de IA hoje. A separação entre os dois existe desde 2024 e são decisões distintas.

O erro que custa caro é bloquear GPTBot achando que protege o conteúdo e derrubar o OAI-SearchBot no mesmo movimento — aí a marca deixa de ser citada numa resposta que já estava acontecendo. Para negócio local a recomendação é liberar os robôs de busca sempre, porque eles trazem visita, e decidir o treino conforme a estratégia: quem vende conteúdo original costuma bloquear, quem vende serviço quase sempre ganha em ser aprendido. Nos sites que eu faço isso vem escrito no robots.txt desde o primeiro dia, nomeando cada robô.

Sistema de gestão

Quanto custa um sistema de gestão para pet shop?

O sistema de gestão da NULLØ custa R$ 79 por mês para quem trabalha sozinho e R$ 179 para até 3 pessoas, com 14 dias grátis e sem cartão. No plano de R$ 179 entram os módulos de clínica veterinária: prontuário, carteira de vacinação e lembrete automático de reforço.

O que separa os planos é quantidade de gente e módulo de nicho, não qualidade. Agenda, PDV, caixa, estoque e cobrança de fiado estão em todos. Durante os 14 dias de teste você usa as funções do plano de R$ 179, de propósito: assinar sem ter visto o prontuário funcionando é comprar às cegas. No anual há 20% de desconto. Os planos de R$ 299 e R$ 599, que transmitem NF-e e NFC-e para a SEFAZ, estão sob consulta — a transmissão está em desenvolvimento e eu prefiro dizer isso a vender promessa.

Existe sistema de gestão que emite NFS-e para MEI?

Sim. A nota de serviço do MEI é emitida pelo Emissor Nacional do gov.br, não pela prefeitura, e o sistema monta os dados da nota a partir da venda que você já lançou. Está incluso a partir do plano de R$ 179, sem custo por nota.

A confusão é comum e custa tempo: desde 2023 o MEI prestador de serviço emite pelo Emissor Nacional, um sistema único federal, e não pelo portal da prefeitura. Muita gente ainda procura cadastro na prefeitura e não encontra. Outro ponto que gera dúvida: o ISS do MEI já está dentro do DAS, então a nota não gera imposto separado a pagar. E nota só é obrigatória quando o cliente é pessoa jurídica — para pessoa física o MEI não precisa emitir, embora possa se o cliente pedir.

Como controlar o teto de 81 mil do MEI?

O sistema soma a receita do ano conforme você lança as vendas e mostra quanto falta para os R$ 81.000. Ele também calcula o teto proporcional de quem abriu no meio do ano, que é o erro mais comum: quem abriu em julho tem metade do limite, não o valor cheio.

A conta do teto proporcional é R$ 6.750 por mês de atividade, contando o mês da abertura. Quem abriu em setembro tem 4 meses, ou seja R$ 27.000, e não os R$ 81.000 do ano inteiro — estourar isso sem saber é o caminho mais rápido para o desenquadramento retroativo. O medidor no painel mostra os dois números, o realizado e o limite da sua situação. Junto vem o controle do DAS, com a guia de cada mês marcada como paga ou em aberto, porque atraso no DAS acumula multa e juros e trava a emissão da certidão.

Como mandar lembrete de vacina por WhatsApp automaticamente?

Ao registrar a vacina você informa a data do próximo reforço. Um robô roda todo dia às 8h, encontra os pets com reforço próximo ou vencido e monta a mensagem com o nome do tutor, do animal e a data. Cada dose gera um lembrete só, nunca repetido.

Três travas evitam o problema clássico de automação de mensagem, que é virar spam. A primeira é a idempotência por dose: o lembrete é amarrado ao registro da vacina, então rodar o robô cinco vezes no mesmo dia manda uma mensagem só. A segunda é o horário fixo às 8h, nunca de madrugada. A terceira é a LGPD: tutor sem telefone ou que pediu anonimização é simplesmente pulado, e o texto sai do modelo que você mesmo escreveu e ligou — o robô não inventa mensagem. Você também pode disparar a varredura na mão, sem esperar o horário.

Qual o melhor sistema para clínica veterinária?

O melhor para clínica veterinária é o que tem prontuário do paciente, carteira de vacinação com data da próxima dose e lembrete de reforço automático no WhatsApp. Sem esses 3, sobra uma agenda com nome de bicho. Agenda, estoque, caixa e emissão de nota entram no mesmo sistema.

Prontuário de verdade é registro que não pode ser reescrito depois: o histórico do animal precisa valer como documento, e isso tem de ser regra do sistema, não disciplina de quem digita. A carteira de vacinação só serve se a próxima dose for um campo de data, porque é ela que alimenta o filtro de vacina vencida e o lembrete que sai sozinho. Quem tem isso rodando para de depender da memória do tutor, que é exatamente onde a receita de reforço se perde. A demonstração da VetCare está aberta na página do sistema, com dados dentro.

Como funciona o agendamento online para salão de beleza?

O salão publica um link, o cliente escolhe serviço, profissional e horário livre, e o agendamento cai direto na agenda. O sistema bloqueia horário ocupado e respeita a duração de cada serviço, então não existe encaixe errado. O lembrete sai por WhatsApp, com janela configurável — 24 horas antes, por exemplo.

O ganho não é tecnológico, é de tempo. Agendar por mensagem consome a atenção de quem está atendendo, e cada "tem horário quinta?" custa uma interrupção no meio de um corte. Com link público o cliente resolve sozinho de madrugada, na hora em que decidiu. Para salão entram ainda o pacote de sessões — o cliente compra dez e o sistema desconta uma a cada atendimento — e a lista de espera, que avisa quem queria aquele horário quando alguém desmarca.

Dá para migrar os dados da planilha ou do caderno?

Dá. Cliente e produto entram por importação de planilha CSV em todas as categorias, então cadastro que já existe não precisa ser redigitado. O que estiver só no caderno entra na mão — e vale aproveitar a migração para não trazer cliente que não compra há 2 anos.

A migração costuma ser o medo que mais trava a decisão, e quase sempre é menor do que parece. O que realmente importa trazer é a lista de clientes com telefone e o catálogo do que você vende; histórico antigo de venda raramente é consultado depois. Estoque vale recontar na entrada em vez de importar número que já estava errado na planilha. Feito assim, um negócio pequeno costuma estar operando no sistema no mesmo dia.

Toda pergunta que chega duas vezes entra nesta página.

Se a sua não está aqui, manda no WhatsApp ou escreve no briefing. Foi assim que esta página chegou a 22 itens — nenhum deles inventado.

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